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5 maneiras de se alcançar a Classe C no Brasil

Há muito tempo, especialistas em marketing e profissionais da área de publicidade têm concentrado seus esforços na classe C, a emergente classe média do Brasil. Isso faz sentido: as cifras mais recentes indicam que, no Brasil, mais de 105 milhões de pessoas — 55 por cento da população — pertencem a essa classe. Em junho de 2011, a Fundação Getúlio Vargas, que desenvolve muitas pesquisas sobre a economia e a sociedade do país, informou que, entre maio de 2010 e o mesmo mês em 2011, cerca de 3,6 milhões de brasileiros passaram das classes D e E para a classe C, tornando-a a classe socioeconômica de mais rápido crescimento do país. Segundo o instituto de pesquisas Data Popular, 58 por cento dos brasileiros farão parte da classe C até 2014.

Devido ao seu intenso crescimento, a classe C vem sendo intensamente estudada, principalmente quanto ao uso de mídias. Apresentaremos, a seguir, cinco maneiras pelas quais os profissionais em publicidade, marketing e mídia podem alcançar a classe C.

Entre no mundo digital
Há muitos anos tem prevalecido a percepção de que as pessoas da classe C não estão on-line porque não têm condições de contratar serviços de internet ou não entendem muito de tecnologia. Essa percepção é absolutamente equivocada: segundo Renato Meirelles, diretor do Data Popular, 46 por cento dos brasileiros da classe C têm acesso à Internet.
Além disso, o instituto de pesquisas e-bit relatou, em 2011, que 52 por cento dos consumidores que usam a internet no Brasil pertencem à classe C. Num futuro próximo — em 2015 —, o nível de consumo da classe C será equivalente ao das classes A e B juntas. Considerando o atual poder de compra da classe C, de um trilhão de reais, é muito provável que um número muito maior de pessoas da classe C estará on-line brevemente.

Use o Poder da Mídia Impressa
Contrastando fortemente com o que se observa nos Estados Unidos e na Europa, a mídia impressa é muito forte no Brasil. Por exemplo, a circulação de jornais brasileiros aumentou 3,5% em 2011 e eles ficaram em segundo lugar no ranking dos investimentos publicitários. As revistas, por sua vez, bateram recordes em termos de receitas em 2011 e sua circulação aumentou em cinco por cento. De acordo com Pedro Silva, diretor do Instituto Verificador de Circulação (IVC) — que monitora os percentuais de circulação e renda da mídia impressa brasileira —, a classe C é diretamente responsável por esse aumento na circulação de jornais.

Inclua a TV por Assinatura no seu Plano
O consumo de mídia da classe C ampliou-se para a TV por assinatura. Segundo o diretor da Associação Brasileira de TV por Assinatura, 30 por cento da base de assinantes de televisão paga no Brasil pertencem à classe C. Treze milhões dos lares brasileiros têm TV por assinatura, o qual se traduz em 39 milhões de pessoas, considerando que cada domicílio é composto, em média, por 3,3 pessoas. Isso significa que a TV por assinatura é um veículo por meio do qual os anunciantes podem alcançar um público em potencial de 11,7 milhões de pessoas da classe C.

Desenvolva uma Estratégia Social para a Classe C
No outono de 2011, o instituto Data Popular relatou que quase 60 por cento da classe C estavam usando mídias sociais. Além de usar o Orkut intensamente, a classe C também está aderindo ao Facebook rapidamente. Na verdade, um estudo publicado em 2011 pelo Grupo.Mobi e pela W/McCann indicou que 56 por cento das pessoas da classe C acessam o Orkut usando seus celulares e que 50 por cento acessam o Facebook da mesma maneira. Esses percentuais superaram os registrados para pessoas da classe B que acessam esses sites por celulares.
Essa tendência não surpreende, considerando-se que a taxa de penetração das mídias sociais no Brasil é de 97 por cento. Na verdade, um estudo publicado em dezembro de 2011 pela empresa Experian Hitwise indicou que o tráfego em sites de mídia social no Brasil supera o registrado para sites adultos.

Use o Marketing por Celular
Um estudo realizado em 2011 pela empresa Kantar Worldpanel Brasil revelou que as pessoas da classe C possuem 57 milhões de linhas de celulares, muito mais que as da classe AB, que têm 39,5 milhões de linhas. Além disso, 40 por cento das pessoas da classe C tinham duas linhas de células naquele ano, contra 31 por cento dos brasileiros das classes AB, e embora alguns acreditem que as pessoas da classe C compram principalmente telefones básicos com recursos limitados de multimídia e internet, a pesquisa do Grupo.Mobi revelou que 19 por cento dos proprietários de smartphones do Brasil pertencem à classe C. O estudo da Kantar, por sua vez, sugere que o número de proprietários de smartphones da classe C é ainda maior: ele afirma que 36,1 milhões dos smartphones usados no Brasil pertencem a pessoas da classe C, enquanto as da classe AB possuem cerca de 39 milhões. Além de ter smartphones, “os usuários da classe C consomem mais conteúdo móvel, jogos e vídeos”, afirma Marcio Chaer, diretor regional para a América Latina da Associação de Marketing Móvel.

Para saber mais sobre como podemos ajudá-lo a alcançar o mercado brasileiro com uma campanha estratégica por meio de qualquer tipo de mídia, entre em contato conosco pelo endereço: info@usmediaconsulting.com.

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